Às vezes o tempo parece
de mim esquecer.
E eu me perco na imensidão dos dias,
e se o tédio me rouba as horas,
você me rouba os pensamentos.
Me tira o compasso,
nos momentos de ilusão.
Jogo redes num mar, mas eu sei que
Essa noite não ta pra mim.
Fico procurando tentar,
De alguma forma um sim.
E se amanhã tudo mudar.
Mesmo assim, eu estarei aqui.
Talvez em outro lugar.
Em outro espaço.
Mas eu estaria aqui.
Eu estarei aqui.
Mais pesado que o céu.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Não tão comum.
Era um cidadão, não tão comum
como esses que não encontramos
nas cidades.
Falava uma língua diferente.
Vivia o sol e não o dia.
Vivia a lua e não a noite.
Acordava sempre cedinho,
ao cair da noite.
Era um passarinho
em sua linda gaiola protetora.
Tudo bem não se preocupe.
Sim, acreditava em outras coisas,
além de seus sonhos
polidos.
Era feito aquela gente
distante, que mal conhecemos
pelo nome.
Era feito aquela gente
que tinha mesmo
jeito de gente.
Diferente daquela gente,
que não sei o nome.
como esses que não encontramos
nas cidades.
Falava uma língua diferente.
Vivia o sol e não o dia.
Vivia a lua e não a noite.
Acordava sempre cedinho,
ao cair da noite.
Era um passarinho
em sua linda gaiola protetora.
Tudo bem não se preocupe.
Sim, acreditava em outras coisas,
além de seus sonhos
polidos.
Era feito aquela gente
distante, que mal conhecemos
pelo nome.
Era feito aquela gente
que tinha mesmo
jeito de gente.
Diferente daquela gente,
que não sei o nome.
terça-feira, 7 de abril de 2009
"..
Olhando, parada, diante de tantas janelas, umas abertas outras fechadas. Não sei o porquê, mas paro, e os pensamentos que me vem, dantes remotos, agora são como memórias nunca esquecidas, nunca vividas, nunca saídas do papel. É ridículo, mas não consigo dizer o porquê disso tudo. Apenas não me pergunte por que, agradeceria se você não olhasse para mim. Não olhe para baixo, somente continue andando.
“E os domingos sempre chegam muito tarde”
“E os domingos sempre chegam muito tarde”
domingo, 5 de abril de 2009
"..
Hoje, mais uma vez, eu me odiei.
Por que eu faço tanto mal a você? Por que eu faço tanto mal a mim?
Respostas que nunca chegam, que me fazem calar.
E diante de tal possibilidade me acho sem palavras, me encontro com argumentos vagos entre longos intervalos de tempo.
Talvez pareça loucura, ou apenas seja as confusões de mais uma adolescente, não em crise. Talvez eu esteja um pouco sem fé nessa vida. Vejo tantas pessoas sofrendo e como isso me dói, não sei pra você, mas, Deus, como isso me dói.
Confesso que eu até acredito em você e concordo com o que você me diz. Eu sou mesmo nostálgica, fico remoendo os acontecimentos. E hoje o dia está tão frio.
Às vezes eu queria ser como uma muda, ficar só no canto sem falar nada, eu acho que melhoraria minha situação. O problema mesmo é que nós falamos muita besteira, ah olha o que estou fazendo agora, com certeza você não está entendendo nada.
É tão engraçada a forma como as pessoas demonstram se importar.
Não sei, chego até a pensar que é mentira.
Por que eu faço tanto mal a você? Por que eu faço tanto mal a mim?
Respostas que nunca chegam, que me fazem calar.
E diante de tal possibilidade me acho sem palavras, me encontro com argumentos vagos entre longos intervalos de tempo.
Talvez pareça loucura, ou apenas seja as confusões de mais uma adolescente, não em crise. Talvez eu esteja um pouco sem fé nessa vida. Vejo tantas pessoas sofrendo e como isso me dói, não sei pra você, mas, Deus, como isso me dói.
Confesso que eu até acredito em você e concordo com o que você me diz. Eu sou mesmo nostálgica, fico remoendo os acontecimentos. E hoje o dia está tão frio.
Às vezes eu queria ser como uma muda, ficar só no canto sem falar nada, eu acho que melhoraria minha situação. O problema mesmo é que nós falamos muita besteira, ah olha o que estou fazendo agora, com certeza você não está entendendo nada.
É tão engraçada a forma como as pessoas demonstram se importar.
Não sei, chego até a pensar que é mentira.
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