Olhando, parada, diante de tantas janelas, umas abertas outras fechadas. Não sei o porquê, mas paro, e os pensamentos que me vem, dantes remotos, agora são como memórias nunca esquecidas, nunca vividas, nunca saídas do papel. É ridículo, mas não consigo dizer o porquê disso tudo. Apenas não me pergunte por que, agradeceria se você não olhasse para mim. Não olhe para baixo, somente continue andando.
“E os domingos sempre chegam muito tarde”
Não sei, mas sinto como se fosse uma necessidade saber quem és. Porque eu penso que pra aqui só ter comentários meus, você só comentou no meu blog (apesar de que existem pessoas que ignoram os comentários recebidos), e, também, esse teu blog é tão 'só teu', sabes? tão quieto, e calado. E certas coisas do tipo sempre me despertam curiosidade.
ResponderExcluir