segunda-feira, 13 de abril de 2009

Não tão comum.

Era um cidadão, não tão comum
como esses que não encontramos
nas cidades.
Falava uma língua diferente.
Vivia o sol e não o dia.
Vivia a lua e não a noite.

Acordava sempre cedinho,
ao cair da noite.
Era um passarinho
em sua linda gaiola protetora.
Tudo bem não se preocupe.

Sim, acreditava em outras coisas,
além de seus sonhos
polidos.

Era feito aquela gente
distante, que mal conhecemos
pelo nome.

Era feito aquela gente
que tinha mesmo
jeito de gente.
Diferente daquela gente,
que não sei o nome.

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